terça-feira, 15 de novembro de 2016

Série Deep Fear- Sega Saturn



"No futuro, uma base de pesquisa subaquática sofre um acidente, quando um submarino choca contra a zona de docagem da base. O antigo fuzileiro naval John Mayor, empregado na base como membro de um grupo de resgate em caso de emergência, é chamado ao local. Quando lá chega, é atacado por um grupo de mutantes, mas consegue fugir de volta para a base. No entanto, os mutantes conseguem lá chegar, começando a atacar a tripulação. John Mayor tem de lutar pela vida, enquanto tenta descobrir um meio de fugir da base. Durante a aventura, descobre que os mutantes são, na realidade, pessoas que foram expostas a um meteorito trazido inadvertidamente do espaço junto com uma cápsula espacial de regresso à Terra."


Salve galera!

Estou trazendo hoje o gameplay completo do game Deep Fear do Saturno.Pra quem não conhece trata-se de um survival horror lançado em 1998 pela Sega (estúdio AM7) em parceria com a System Sacom. Infelizmente, como muitos games do Saturnão, saiu apenas no Japão e, milagrosamente, em versão europeia.

Aos moldes de Resident Evil, Deep conta com a famosa "jogabilidade tanque", que se adapta muito bem a esse tipo de jogo, criando uma grande tensão com ângulos de câmera fixos e gráficos pré-renderizados.

Falando em gráficos, Deep Fear se assemelha muito a sua fonte de inspiração, chegando muito perto do resultado obtido pela Capcom no Saturno. Os personagens são bem animados e com muitas texturas. Hoje não é bonito de se ver, mas na época e para o padrão 32 bits, foi um trabalho muito bem feito, ainda mais com as inúmeras cenas em CG! 

A parte sonora é soberba! Feita por Kenji Kawai, sem exageros e com maestria. Na maior parte do tempo não temos músicas, só a tensão do som ambiente, mas quando a trilha aparece é com qualidade e inteligência. 

Outro destaque fica com as bizarras criaturas! Só uma imagem como aperitivo: 



Não vou falar do enredo, o gameplay está ai para acompanharem e curtirem os mistérios de Deep Fear! 

Espero que gostem...

OBS: Não tenho mais o meu Saturno, então usei o emulador SSF versão 011 alpha R5. Infelizmente a compatibilidade não é total e o game apresenta pequenos bugs de som!
















sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Série Yu-Gi-Oh Forbidden Memories


Salve Galera!

A segunda série que faço agora é de Yu-Gi-Oh Forbidden Memories. O game foi lançado em 1999 no Japão pela Konami, porém com medo de não fazer sucesso no ocidente por tratar-se de um jogo voltado para os fãs de animes e card games, Yu-Gi-Oh Forbidden Memories só chegou em versão ocidental em 2002.

O game baseia-se pouquíssimo no anime de mesmo nome ou no card game. As regras do jogo do PS1 são apenas dele. O que é possivel fazer no jogo, não é no card game, nem tão pouco no anime.

Esse jogo marcou a infância de muita gente, fãs de anime ou crianças que assistiam a saudosa Tv Globinho.

Minhas gameplays de Forbidden Memories são de uma rom hack, com maior dificuldade e novos decks para os adversários. O jogo original já se destacava pela dificuldade, nesse ai estou me descabelando para terminar.

A série ainda não está completa, irei postando os novos gameplays (caso consiga terminar, porque está complicado) assim que eu gravar ou progredir o minimo no jogo.

Espero que gostem...






Série Dragon Ball Z - Legends - Sega Saturn



Salve galera!

Estou com uma nova proposta para a página, de divulgação vídeos de jogos retros feitas em série no meu canal do Youtube. O canal foca em jogatinas gravadas de forma direta sem edição. Terá também videos de longplays, mas esses não serão divulgados. No blog falarei apenas das series que vão ser jogadas até o fim. 

Começo hoje divulgando a de Dragonball Z: Legends. O game é segundo jogo de Dragon ball lançado para 32 bits. Ele é diferente dos outros Dragon balls lançados até em então, que era basicamente jogos de luta no molde 1 contra 1, neste game as lutas acontecem em até 3x3.

Para a série poderia escolar entre duas versões: PS1 ou Saturno. Escolhi a do Saturno pela jogabilidade. Apesar do jogo ser praticamente o mesmo existem pequenas diferenças:
1. Alguns especiais têm diferenças entre as versões.
2. Os modelos 2D são um pouco melhores no Saturno, e os efeitos poligonais são bem superiores no PS1.
3. O cenários são um pouco mais destrutíveis no Saturno.
4. E por fim e mais importante, a jogabillidade é bem superior no Saturno. Os combos e chains conectam com maior facilidade.
Bom no momento é isso... Espero que gostem.
Vou postar também a séria de Yu-Gi-Oh Forbidden Memories e Deep Fear.





terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Passando para indicar um canal do Youtube!!

Quem curte jogos antigos sempre fica procurando por conteúdos para saciar sua nostalgia!

Procurando pelo youtube me deparei com um ótimo canal  sobre revista de jogos antigos chamado História Revista. 

Já tem 3 temporadas e os videos são muito bem feitos ( principalmente a partir do meio da 1ª temporada). O cara que faz, faz com muito carinho!!

Recomendo a todos!

Só pra avisar não tenho nenhuma ligação com o cara que faz os videos! Achei o trabalho do cara bom e merece ser reconhecido!


Segue o Link:






E eu que pensava  que era o único que via a extinta revista Gamers puxar o saco do PS1 me enganei, pelo jeito todo mundo percebia, era na cara dura mesmo!!  

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Como um jogo pode rever seus conceitos: Team Fortress 2




Olá amigos! Faz muito tempo que não escrevo nada para esse blog. Por preguiça, falta de tempo ou nenhuma vontade de escrever mesmo. Continuo jogando games retro, tendo finalizado nos últimos meses três jogos: Lunar Silver Star Story (SAT/PS1), Halo 2 (Xbox/360/PC) e Darkwatch (PS2). Além de jogos de luta, como Kof XI (PS2) e Virtua Fighter 4 (PS2).Também joguei um pouco de Super Mario Sunshine (GC).
Venho jogando muitos jogos para PC, tendo terminado Prince of Persia (2008), Batman Arkham Asylum e Resident Evil 5 . O já famoso Steam facilita muito a vida de quem tem PC, vendendo jogos a preço de banana, com promoções arrebatadoras onde é possível adquirir títulos fantásticos a menos de R$10,00!
Foi através do Steam que conheci um game que mudou meus conceitos sobre a atual (ou seria passada?) geração de videogames. Esse jogo é um free2play da Valve chamado Team Fortress 2. Nunca fui fã de FPS (First-Person-Shotter), achava-os repetitivos ao extremo, antes de conhecer TF2 tinha terminado apenas dois Killzone (PS2) e o primeiro Halo (Xbox/PC), este fato gerava um preconceito enorme com os videogames dessa geração, que possuem muitos FPS. Apesar dos jogos exclusivos, como God of War, Gers of War, Gran Turismo, Forza e os jogos da Nintendo, não via motivos para comprar um novo videogame.
Mas TF2 mudou isso completamente, sua jogabilidade extremamente complexa, seus gráficos ótimos e seus mapas viciantes me fizeram começar a gostar de FPS!  Mas não apenas gostar! Esse gênero que antes abominava é simplesmente viciante! Se não fosse por TF2 continuaria com o mesmo preconceito besta que me levou a ignorar Doom e Duke Nukem quando tinha um Saturn, Medal of Honor no PS1 e PS2 e tantos outros.
 É verdade que TF2 me fez jogar menos outros jogos (já possuo mais de 200hrs de jogo e passei de uma conta free para uma Premium), mas se não fosse por ele não teria terminado nessa semana o ótimo Darkwatch do PS2.
Este blog continuará sendo retro, focado principalmente nas gerações 32 e 128bits. Não prometo nenhuma postagem, pretendo falar de Lunar (que é um dos melhores RPGS que já joguei) e do próprio Darkwatch futuramente, mas, não sei quando ira acontecer. Enquanto isso recomendo que baixem Team Fortress 2 e aprendam a joga-lo (os servidores brasileiros tem muitos trools mas também é possível encontrar pessoas muito legais, que iram te ensinar táticas e forneceram dicas preciosas!). Estarei esperando por vocês disfarçado de Sniper e usando o Dead Ringer!




segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Xenogears (PS1)




 

Lançado em 1998 pela Square para PS1, Xenogears teve grande repercussão na época. Para quem se lembra a antiga revista Gamers fez várias reportagens e dedicou muitas paginas ao game.
Xenogears conta a historia de Fei Fong Wong, habitante do continente Ignas que vive há vários anos uma guerra entre duas potencias: Aveh e Kislev. No decorrer do game temos a inserção de vários personagens, como Elly, Citan, Billy e alguns outros. A historia se desenvolve de maneira extraordinária, sendo, sem duvida, o principal destaque de Xenogears! Temas polêmicos como religião e existencialismo serão de grande importância no decorrer do enredo.
Os gráficos do jogo são sólidos, não sendo nem muito bonitos nem feios ao extremo (para a época), mesclando bem gráficos poligonais com sprites, com os personagens sendo feitos em 2d e os cenários poligonais, assim como Grandia, mas diferente deste ultimo os sprite de Xenogears foram feitos em baixíssima resolução, causando a impressão de serem “estourados”, o que acaba diminuindo a qualidade do titulo neste quesito.Nas batalhas com “Gears” (robôs gigantes) os gráficos são quase que exclusivamente poligonais, com uma qualidade bem aceitável tratando-se de um game de PS1.
Falando em Gears eles são um grande destaque do game! Com um designer muito bem feito, chamam a atenção ao primeiro olhar, a seqüência onde Weltall (Gear de Fei) aparece em batalha pela primeira vez é marcante.

 
A jogabilidade de Xenogears é bem divertida, com os momentos de exploração sendo essenciais como em todo JRPG e as batalhas constantes. Nas batalhas você terá a disposição os botões quadrado, bola, triangulo e xis, cada um desempenhando uma ação do personagem, como soco ou chute, determinadas combinações geram golpes especiais e futuramente combos, que tiram mais HP dos inimigos. A aprendizagem destes golpes especiais depende do level em que seu personagem se encontra e o numero de vezes em que cada botão foi usado em batalha. Cada golpe especial aprendido com o personagem vale (na maioria dos casos) também para o seu Gear.
Um dos grandes problemas da jogabilidade está no fato de os Gears não aumentarem de level, sendo que para acontecer uma melhora nos seus atributos é necessário a compra de novas peças, ou seja, mesmo que seu personagem esteja no nível 70, caso seu gear não tenha as melhores peças ele será facilmente derrotado. Isso atrapalha muito o jogo, pois as peças dos Gears são caras forçando o jogador a ficar acumulando dinheiro (principalmente próximo ao fim do game) para comprar novas peças.
Outro ponto a ser destacado é sobre o 2º CD, nele existe pouca interação do jogador com o próprio game, se resumindo na maior parte do tempo a ler diálogos e historias contadas pelos próprios personagens, ao invés de vivenciá-las! Não posso dizer que esse é um ponto negativo (eu, por exemplo, gostei desse formato), mas alguns jogadores menos pacientes com certeza vão se decepcionar.
O som de Xenogears é muito bom! As composições são de extrema qualidade, principalmente nas cenas em anime ou em computação gráfica.
Finalizando
Xenogears é um grande jogo, o enredo é épico, um dos melhores já encontrados no mundo dos games (principalmente levando-se em consideração a época em que foi criado), mesmo hoje em dia você pode encontrar vários sites falando apenas sobre a “filosofia” de Xenogears. Alguns problemas de execução tiram um pouco do brilho do jogo, mas, mesmo assim ele ainda continua sendo um dos melhores RPGs do PS1 e olha que disputar com Final Fantasy, Grandia, Lunar e Vagrant Story não é nada fácil!
Obs.: O game pode ser encontrado facilmente em português para download. Graças aos grandes guerreiros responsáveis por traduções para o nosso idioma de forma independente.


Nota: 94/100






quarta-feira, 18 de julho de 2012

Games: Diversão, entretenimento e algo mais.




Pra quem realmente gosta de games, jogar faz parte do cotidiano. Independente de quanto estejamos atarefados, buscamos sempre o mínimo de tempo para desfrutar de algumas horas ou minutos de jogatina. Mas esse tempo é por prazer?  Para “fugir” da realidade? Ou algo mais?
Muitas vezes me peguei jogando sem, de fato, me divertir. Apenas para passar o tempo enquanto aguardava um determinado horário ou pelo mais puro tédio. Acredito que isso aconteça também com muitas outras pessoas, que estão acostumadas com os games, jogam por jogar.
Os games são feitos em primeiro lugar para trazer dinheiro para os desenvolvedores e produtores (como quase tudo hoje em dia) e para o entretenimento de seus consumidores. Quando usamos a palavra entretenimento subentendesse que seja uma atividade prazerosa, sem nenhuma outra utilidade se não proporcionar bem estar e prazer.  Então porque muitas vezes jogamos sem realmente estarmos nós divertindo?


Os jogos possuem diversos temas, contos fantasiosos, historias pesadas, épicas e aquelas bobinhas que servem apenas de plano de fundo para o desenvolvimento do jogo. Caso haja uma identificação com algum elemento do jogo em si (como a jogabilidade, os personagens, a historia, etc) podemos ter uma espécie de projeção, sentirmo-nos no lugar em que o jogo acontece, dentro da própria historia. Ou seja, saímos da nossa realidade e por pouco tempo passamos a “ser” este ou aquele personagem. Da mesma forma acontece quando lemos um romance ou assistimos a um bom filme, porém nos jogos isso é mais fácil de acontecer, pois a experiência não é só visual ou sonora, mas engloba também outros fatores, como atividades motoras por exemplo.
Essa, em minha opinião, é a principal função dos jogos, fazer com que, por pouco tempo, não tenhamos os problemas do cotidiano: trabalho, estudos, relacionamentos, ficam em segundo plano.  Utilizamos os games como uma forma de escapar da própria realidade.


Por experiência própria acredito que essa fuga da realidade é algo bom. Nos últimos meses tive um problema serio e jogar videogame foi uma forma de aliviar essas angustias, mesmo que por pouco tempo. Conversando com outros jogadores percebi que muitos também faziam a mesma coisa, só não podemos esquecer que essa fuga deve ser por pouco tempo!